Nota: Peço desculpas aos leitores deste blog, com afazeres acumulados, sono acumulado e Copa do Mundo, não arranjei muito tempo para aqui escrever. De qualquer forma, vou tentar mantê-los com atualizações do site, e sempre com temas recentes com uma pitada de ironia e revolta colocada pela minha pessoa. Abraços e beijos devidos, aos que não devo, não aceitem.
Fala-se [não muito, mas se fala] sobre uma Geração Y, que abrangeria os nascidos na década de 80 [ou meados de 70] até os nascidos em meados da década de 90. Pois bem, encaixo-me nesta tal geração, logo sobre ela vou falar um pouco. Não, este não é O motivo da fala, mas o que achei sobre este assunto sim, aí está o motivo.
Em uma rápida pesquisa achei um artigo (no Wikipédia, como sempre) dizendo que a Geração Y, doravante NÓS, cresceu superestimulada pelos pais, estimulando-se a prática de exercícios e esporte, mimada com presentes e carinho excessivo. Isto, entretanto, não pode ser verdade, pois há, nestes milhões de pessoas, alguns que não tiveram esse suprimento afetivo, e foram tratados como os pais deles foram tratados, senão pior.
Vá, há que se generalizar alguns fatos, então que prossigamos com a análise da baixaria de erros [equívocos, enganos ou, pelo menos, mal entendidos] que é o texto fonte. Diz, também, o texto que nós não nos sujeitamos a tarefas subalternas e baixos salários desde o primeiro emprego; ora, não vejo mal nisso, se nos é dada informação para termos bons cargos e se a ambição visa um bom futuro é muito digno que assim se pense. Frustrações a parte, prossigamos.
Fala-se, ainda, que nós somos alvo de novos serviços e novas tecnologias; claro, se não fossemos nós, quem consumiria nova tecnologia, nossos avós? Sem preconceito com os mais idosos, é claro, estes também podem usar destas novas tecnologias, mas não por muito tempo [qrmm]. É dito que buscamos inovações… espera! Esta característica não é nossa [é por herança, mas não por particularidade]; faz parte do ser humano esta característica, arrisco dizer que – se não fosse ela – nem em cavernas estaríamos.
Com mais uma generalização veio mais um erro; consta no texto que nós buscamos mais atividades em um aparelho de telefonia móvel [celular] que simples ligações. Mas poxa vida, se são possíveis e realizáveis diversas tarefas, por que não realizá-las? Fala-se, também, que nós visamos preservação ambiental; é claro que o gênio que escreveu nunca ouviu um “eu quero progresso e não mato” ou um “contanto que eu tenha dinheiro e emprego, as árvores que se lasquem”; tirando a parte do trocadilho, quem nunca conheceu um jovem entre 15 e 30 anos que pouco pensa no ambiente e quer mais enriquecer?
Falando em enriquecer, tratou-se sobre isso, também, no texto. Que coisa, foi dito que queremos enriquecimento; e, pra finalizar, eu me [e vos] pergunto, quem não quer?
In Dubio Pro Bar
quinta-feira, 1 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Camuflagem - 3º e último ato
Abrem-se as cortinas.
Luz no ambiente. Bar, quase um pub, meia luz, uma TV. Olhos de todos fixos na TV, um gramado, quase fim de jogo.
Abaixo da TV uma janela, pouco de neve cai na parte de fora, vêem-se bandeiras em azul e branco, algo de amarelo, mas bem pequeno, e no centro.
Todos tensos.
Luz em um garoto.
Pensamento de un chico ao fundo, pensamento congruente à vários, senão todos
“No es posible, los hermanos, el mejor time del mondo. No poden estar a perder… vamos a ridiculízalos, pero, después de nosotros, ellos san el mejor equipo. ¡Peor día del futbol! Maldita equipo, que retiro mi nación de la competición, y ahora ganaran de los mejores.” Profundo tom de decepção no tom do rapaz.
Luz no ambiente. Foco na TV.
Fim de jogo.
Tensão instantânea; entreolhares a dar e vender.
Pulos eufóricos, abraços e beijos, comemoração e vuvuzelas; pois até na parte europeia das colônias – na Europa colonizada, nos que se acham e talvez nem sejam – estas vis cornetas insistem em soar.
Fecham-se as cortinas.
Fim
In Dubio Pro Bar
Luz no ambiente. Bar, quase um pub, meia luz, uma TV. Olhos de todos fixos na TV, um gramado, quase fim de jogo.
Abaixo da TV uma janela, pouco de neve cai na parte de fora, vêem-se bandeiras em azul e branco, algo de amarelo, mas bem pequeno, e no centro.
Todos tensos.
Luz em um garoto.
Pensamento de un chico ao fundo, pensamento congruente à vários, senão todos
“No es posible, los hermanos, el mejor time del mondo. No poden estar a perder… vamos a ridiculízalos, pero, después de nosotros, ellos san el mejor equipo. ¡Peor día del futbol! Maldita equipo, que retiro mi nación de la competición, y ahora ganaran de los mejores.” Profundo tom de decepção no tom do rapaz.
Luz no ambiente. Foco na TV.
Fim de jogo.
Tensão instantânea; entreolhares a dar e vender.
Pulos eufóricos, abraços e beijos, comemoração e vuvuzelas; pois até na parte europeia das colônias – na Europa colonizada, nos que se acham e talvez nem sejam – estas vis cornetas insistem em soar.
Fecham-se as cortinas.
Fim
In Dubio Pro Bar
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O que esperar
Para o final da Copa do Mundo?
Se você ficou desolado, não sabia o que fazer, como puxar assunto com as pessoas, desanimado, sem ter no que pensar, tudo isso [e mais um pouco] só porque completou o álbum de figurinhas da Copa, imagine como ficará quando o que se completar for a própria Copa!
Sinceramente, o país parou por isso, ter futebol de duas a três vezes por dia é mais emocionante que os Jogos Olímpicos. Porém [sempre há poréns - nlg], tudo isso, toda emoção, toda paixão, todo tempo de ócio preenchido, toda folga no trabalho e nas aulas acaba em menos de um mês.
Foram-se dias de Copa, e teríamos apenas um mês para toda essa curtição [e bebedeira sem limite e com uma pseudorrazão – nlg], e esse mês acaba dia 11 do próximo mês. Fato. Fato que quando feito trará tristeza.
E assim suceder-se-ão os dias pós Copa. Nos dois primeiros dias será um impacto tremendo com a nossa derrota no final para a Espanha [pra quem não entendeu o primeiro ato de “Camuflagem”]; depois disso iremos xingar muito o Dunga, apoiar novamente a [droga da] Rede Globo, logo após esse insanidade teremos vários jovens buscando jogar o máximo de futebol nos videogames e computadores, para curar – aos poucos – a abstinência de jogos de seleções.
Boa sorte a todos, sério … mesmo!
*nlg – neologismo
In Dubio Pro Bar
Se você ficou desolado, não sabia o que fazer, como puxar assunto com as pessoas, desanimado, sem ter no que pensar, tudo isso [e mais um pouco] só porque completou o álbum de figurinhas da Copa, imagine como ficará quando o que se completar for a própria Copa!
Sinceramente, o país parou por isso, ter futebol de duas a três vezes por dia é mais emocionante que os Jogos Olímpicos. Porém [sempre há poréns - nlg], tudo isso, toda emoção, toda paixão, todo tempo de ócio preenchido, toda folga no trabalho e nas aulas acaba em menos de um mês.
Foram-se dias de Copa, e teríamos apenas um mês para toda essa curtição [e bebedeira sem limite e com uma pseudorrazão – nlg], e esse mês acaba dia 11 do próximo mês. Fato. Fato que quando feito trará tristeza.
E assim suceder-se-ão os dias pós Copa. Nos dois primeiros dias será um impacto tremendo com a nossa derrota no final para a Espanha [pra quem não entendeu o primeiro ato de “Camuflagem”]; depois disso iremos xingar muito o Dunga, apoiar novamente a [droga da] Rede Globo, logo após esse insanidade teremos vários jovens buscando jogar o máximo de futebol nos videogames e computadores, para curar – aos poucos – a abstinência de jogos de seleções.
Boa sorte a todos, sério … mesmo!
*nlg – neologismo
In Dubio Pro Bar
Precisamos de Eleitores
Que não vejam TV, ou pelo menos não assistam a seus telejornais.
Que sejam leitores, mas que saibam fazer crítica e ver parcialidade neles.
Que analisem um lado, antes de adotá-lo como melhor, favorito, ou como seu predileto.
Que não sejam cegos [não falo da deficiência visual]
Que saibam pensar.
Que gostem de pensar.
Que pensem com frequência.
Que acreditem no peso de um voto.
Que percebam a burrice dos outros, mas, acima e antes desta, a sua própria burrice.
Que entendam que não é normal retirar pessoas da miséria, pois elas nem lá deveriam estar.
Que entendam que o lado da oposição pode ser, mas nem sempre, a solução.
Que percebam que o lado da situação manipula – pelo menos desta vez o faz – fortemente tudo e a todos.
Precisamos, por fim, de eleitores como você; sim, você que lê meu blog, pois para aguentar tanta ranhetice, só sendo um ser pensante de fato.
In Dubio Pro Bar
Que sejam leitores, mas que saibam fazer crítica e ver parcialidade neles.
Que analisem um lado, antes de adotá-lo como melhor, favorito, ou como seu predileto.
Que não sejam cegos [não falo da deficiência visual]
Que saibam pensar.
Que gostem de pensar.
Que pensem com frequência.
Que acreditem no peso de um voto.
Que percebam a burrice dos outros, mas, acima e antes desta, a sua própria burrice.
Que entendam que não é normal retirar pessoas da miséria, pois elas nem lá deveriam estar.
Que entendam que o lado da oposição pode ser, mas nem sempre, a solução.
Que percebam que o lado da situação manipula – pelo menos desta vez o faz – fortemente tudo e a todos.
Precisamos, por fim, de eleitores como você; sim, você que lê meu blog, pois para aguentar tanta ranhetice, só sendo um ser pensante de fato.
In Dubio Pro Bar
terça-feira, 22 de junho de 2010
Baltazar / Maluf
Aproveito, neste post, a oportunidade para dizer que acessei o blog (muito bem feito) de um amigo da faculdade. E fica como indicação: www.fimdejogobaltazar.blogspot.com
A oportunidade veio ao ler, no blog, parte uma notícia que li na noite de segunda (21). Paulo Maluf foi perguntado e respondeu sobre o projeto “Ficha Limpa”.
Na reportagem, o candidato a deputado federal pelo PP em São Paulo diz que tem a ficha mais limpa do Brasil. E que ninguém pode alegar que tem alguma condenação, ao contrário de outros candidatos – imaginem, então, como está e como ficará a Câmara.
Embora eu não concorde com a categoria “Rouba, mas faz” dos políticos – pois você não deixaria um bandido entrar e levar metade da sua casa só porque irá encerar seu carro –, tenho que admitir que o ex-governador, ex-prefeito e ex-fichalimpa (sim, um dia ele foi; e, sim, outra vez neologismo \o/) não possui uma ficha “suja”.
Calma, não me crucifiquem, não sou a favor da eleição de tal personalidade. Porém, não se pode confirmar condenação alguma contra ele, o resultado do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo foi embargado, ou seja, contestado e não ocorreu transito em julgado – não teve fim.
E, também, não se pode achar nenhuma – NENHUMA – conta em solo estrangeiro (na Suíça, por exemplo) no nome do famigerado rapazote, pois as contas nos bancos suíços são registradas por NÚMERO e ativadas por senha – isto é, não há nome registrado, nem comprovação.
Portanto, há falhas enormes no projeto e na ideia, porque sempre se poderá dar um Jeitinho Brasileiro (o qual devemos patentear para não perder como tudo que produzimos).
In Dubio Pro Bar
A oportunidade veio ao ler, no blog, parte uma notícia que li na noite de segunda (21). Paulo Maluf foi perguntado e respondeu sobre o projeto “Ficha Limpa”.
Na reportagem, o candidato a deputado federal pelo PP em São Paulo diz que tem a ficha mais limpa do Brasil. E que ninguém pode alegar que tem alguma condenação, ao contrário de outros candidatos – imaginem, então, como está e como ficará a Câmara.
Embora eu não concorde com a categoria “Rouba, mas faz” dos políticos – pois você não deixaria um bandido entrar e levar metade da sua casa só porque irá encerar seu carro –, tenho que admitir que o ex-governador, ex-prefeito e ex-fichalimpa (sim, um dia ele foi; e, sim, outra vez neologismo \o/) não possui uma ficha “suja”.
Calma, não me crucifiquem, não sou a favor da eleição de tal personalidade. Porém, não se pode confirmar condenação alguma contra ele, o resultado do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo foi embargado, ou seja, contestado e não ocorreu transito em julgado – não teve fim.
E, também, não se pode achar nenhuma – NENHUMA – conta em solo estrangeiro (na Suíça, por exemplo) no nome do famigerado rapazote, pois as contas nos bancos suíços são registradas por NÚMERO e ativadas por senha – isto é, não há nome registrado, nem comprovação.
Portanto, há falhas enormes no projeto e na ideia, porque sempre se poderá dar um Jeitinho Brasileiro (o qual devemos patentear para não perder como tudo que produzimos).
In Dubio Pro Bar
domingo, 20 de junho de 2010
Camuflagem - 2º ato
Abrem-se as cortinas.
Foco no gramado, atletas ansiosos.
Luz no ambiente. Um bar, uma TV, o gramado emitido por ela. Todos tão nervosos quanto os 22 jogadores no outro continente. Mesas de boteco, como de costume, mas, neste clima, até o ar está pintado de verde e amarelo.
Num canto, um grupo de amigos. Seis rapazes, quatro moças. Foco em dois rapazes.
“Vai! Fala logo, cara, para de ficar frio, todo mundo está esperando a sexta taça!” diz um amigo, enquanto insiste empurrando, lateralmente, o outro com o braço.
“Cara, sério. Não temos a melhor seleção, não tem como batermos a Fúria nesta Copa!” reluta o rapaz, suando frio, mas conseguindo emitir as palavras com naturalidade. Pensamentos flutuam…
“Ai… não tem como, é o melhor futebol do mundo; apostei com lógica nesse pedaço de papel, mas não posso negar, nós vamos ganhar. Taça que é de canário Ibérico não bota a mão. Mas não vou me entregar agora, faz um mês, mais até, que estou dizendo da Fúria, a fúria, melhor do mundo; não posso contradizer-me. Vai ser hipocrisia eu comemorar quando ganharmos?”
Com cara de frustração, o primeiro amigo pensa no segundo; o único tupiniquim indo contra a maré, pelo menos no bar, porque de “traíra” a maré está cheia.
“Cara, sério, se tomarmos um gol e você comemorar, eu vou te bater, então não senta do meu lado”.
Foco no gramado, na TV.
Os amigos não se moveram, pois tocou o Hino após esta fala, e eles simplesmente esqueceram a promessa.
Fecham-se as cortinas. Fim da Cena 1.
Abrem-se as cortinas. Cena 2.
Fim de jogo. Festa em vermelho no campo. Silêncio no bar.
Foco no canto do bar.
Os amigos se entre olham. O pensamento é o mesmo, o sentimento também, tristeza. E relutando contra seus pensamentos, e refutando a verdade são ditos tais verbetes
“Cara, sério, não tem como. Eles jogaram melhor, o time deles é melhor, eles têm meio de campo, essência do jogo. Fora isso, pensa no lado bom, eu levei a bolada e vamos poder gastar a grana juntos!” Insiste, inutilmente, o amigo, mentindo para ambos.
Luz no ambiente.
Tristeza geral, não se podia esperar algo diferente. Uma nação de joelhos ao chão, rendida.
Um grupo sai, quase calado, só é possível ouvir de longe “Verdade, e pensem bem, amanhã será um dia normal, e no fim de semana poderemos gastar a grana que vou ganhar”
O dia seguinte não seria um dia normal, pelo menos não naquele trópico.
Fecham-se as cortinas.
Fim do 2º ato.
In Dubio Pro Bar
Foco no gramado, atletas ansiosos.
Luz no ambiente. Um bar, uma TV, o gramado emitido por ela. Todos tão nervosos quanto os 22 jogadores no outro continente. Mesas de boteco, como de costume, mas, neste clima, até o ar está pintado de verde e amarelo.
Num canto, um grupo de amigos. Seis rapazes, quatro moças. Foco em dois rapazes.
“Vai! Fala logo, cara, para de ficar frio, todo mundo está esperando a sexta taça!” diz um amigo, enquanto insiste empurrando, lateralmente, o outro com o braço.
“Cara, sério. Não temos a melhor seleção, não tem como batermos a Fúria nesta Copa!” reluta o rapaz, suando frio, mas conseguindo emitir as palavras com naturalidade. Pensamentos flutuam…
“Ai… não tem como, é o melhor futebol do mundo; apostei com lógica nesse pedaço de papel, mas não posso negar, nós vamos ganhar. Taça que é de canário Ibérico não bota a mão. Mas não vou me entregar agora, faz um mês, mais até, que estou dizendo da Fúria, a fúria, melhor do mundo; não posso contradizer-me. Vai ser hipocrisia eu comemorar quando ganharmos?”
Com cara de frustração, o primeiro amigo pensa no segundo; o único tupiniquim indo contra a maré, pelo menos no bar, porque de “traíra” a maré está cheia.
“Cara, sério, se tomarmos um gol e você comemorar, eu vou te bater, então não senta do meu lado”.
Foco no gramado, na TV.
Os amigos não se moveram, pois tocou o Hino após esta fala, e eles simplesmente esqueceram a promessa.
Fecham-se as cortinas. Fim da Cena 1.
Abrem-se as cortinas. Cena 2.
Fim de jogo. Festa em vermelho no campo. Silêncio no bar.
Foco no canto do bar.
Os amigos se entre olham. O pensamento é o mesmo, o sentimento também, tristeza. E relutando contra seus pensamentos, e refutando a verdade são ditos tais verbetes
“Cara, sério, não tem como. Eles jogaram melhor, o time deles é melhor, eles têm meio de campo, essência do jogo. Fora isso, pensa no lado bom, eu levei a bolada e vamos poder gastar a grana juntos!” Insiste, inutilmente, o amigo, mentindo para ambos.
Luz no ambiente.
Tristeza geral, não se podia esperar algo diferente. Uma nação de joelhos ao chão, rendida.
Um grupo sai, quase calado, só é possível ouvir de longe “Verdade, e pensem bem, amanhã será um dia normal, e no fim de semana poderemos gastar a grana que vou ganhar”
O dia seguinte não seria um dia normal, pelo menos não naquele trópico.
Fecham-se as cortinas.
Fim do 2º ato.
In Dubio Pro Bar
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Borba
Tive várias ideias de postagem para hoje, mas como não me lembro de nenhuma vou partir de uma excelentíssima reportagem da qual tive conhecimento hoje.
Eu ouvi o auxiliar do juiz falando “Prenderam umas 50 pessoas perto do Mackenzie hoje”, depois de perguntado explicou, “Por causa de drogas”.
Após ouvir isto me veio um nome na cabeça… [não, não começa com “A”] … “Borba”.
Poxa vida, e não é que estava certo.
Rua Maria Borba, conhecida por seus belos [qrum] bares, também é um ponto de encontro de estudantes que buscam descansar e relaxar após, antes, entre, ou durante as aulas. Por vezes, esse descanso é feito de modo errado, ou melhor, modo ilícito; é comum, neste local, o uso de substâncias entorpecentes.
Claro que os alunos não fazem por mal, afinal, precisam relaxar, desligarem-se das aulas cansativas [from – or of – Hell]; a rua é buscada para tomar uma cervejinha depois da aula, mas também para dar um tapa de vez em quando. Agora, há rumores que mais que isso é feito no local, dizem, também, que a “Borba” é utilizada por usuários de crack, após às cinco, seis horas da tarde.
Como eu nunca fiquei lá depois das quatro… digo, como eu não costumo freqüentar tal local, não posso confirmar sobre o uso de crack… e nenhum outro fato afirmado acima.
Mas esta é uma ótima oportunidade para falar sobre o uso de drogas em universidades.
Ele ocorre.
Pronto. Não se pode criticar, por que todo mundo deve conhecer alguém que já deu um tapa [ou faz isso semanalmente]; e não se pode incentivar, por que é crime [certo? Bom vou conferir].
Há quem defenda o “legalize já”, e vá à Marcha da Maconha; eu sempre critiquei o uso, alegando que não existem motivos para o uso, sendo que hoje há mais informações contra, e o incentivo quase nunca vem de bom lugar. Fato é que informação não afeta a todos, eu tenho um amigo que não fuma porque, embora ache bom, sabe que faz mal. Mas só um; todos que não fumam falam que faz mal, certo, faz muito mal mesmo; mas os que não fumam não fazem, de fato, porque ou não gostam do cheiro, ou irritam-se com a fumaça, ou não gostam dos vestígios, gostos, etc.
Bom, o post de hoje não tem conclusão ética. Mas fica um aviso, façam o que quiser, mas não manchem o nome da Universidade em que estudam. Sejam mais cautelosos.
In Dubio Pro Bar [aliás, graças a Borba esta frase existe]
Eu ouvi o auxiliar do juiz falando “Prenderam umas 50 pessoas perto do Mackenzie hoje”, depois de perguntado explicou, “Por causa de drogas”.
Após ouvir isto me veio um nome na cabeça… [não, não começa com “A”] … “Borba”.
Poxa vida, e não é que estava certo.
Rua Maria Borba, conhecida por seus belos [qrum] bares, também é um ponto de encontro de estudantes que buscam descansar e relaxar após, antes, entre, ou durante as aulas. Por vezes, esse descanso é feito de modo errado, ou melhor, modo ilícito; é comum, neste local, o uso de substâncias entorpecentes.
Claro que os alunos não fazem por mal, afinal, precisam relaxar, desligarem-se das aulas cansativas [from – or of – Hell]; a rua é buscada para tomar uma cervejinha depois da aula, mas também para dar um tapa de vez em quando. Agora, há rumores que mais que isso é feito no local, dizem, também, que a “Borba” é utilizada por usuários de crack, após às cinco, seis horas da tarde.
Como eu nunca fiquei lá depois das quatro… digo, como eu não costumo freqüentar tal local, não posso confirmar sobre o uso de crack… e nenhum outro fato afirmado acima.
Mas esta é uma ótima oportunidade para falar sobre o uso de drogas em universidades.
Ele ocorre.
Pronto. Não se pode criticar, por que todo mundo deve conhecer alguém que já deu um tapa [ou faz isso semanalmente]; e não se pode incentivar, por que é crime [certo? Bom vou conferir].
Há quem defenda o “legalize já”, e vá à Marcha da Maconha; eu sempre critiquei o uso, alegando que não existem motivos para o uso, sendo que hoje há mais informações contra, e o incentivo quase nunca vem de bom lugar. Fato é que informação não afeta a todos, eu tenho um amigo que não fuma porque, embora ache bom, sabe que faz mal. Mas só um; todos que não fumam falam que faz mal, certo, faz muito mal mesmo; mas os que não fumam não fazem, de fato, porque ou não gostam do cheiro, ou irritam-se com a fumaça, ou não gostam dos vestígios, gostos, etc.
Bom, o post de hoje não tem conclusão ética. Mas fica um aviso, façam o que quiser, mas não manchem o nome da Universidade em que estudam. Sejam mais cautelosos.
In Dubio Pro Bar [aliás, graças a Borba esta frase existe]
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