Não vou falar muito sobre isso, aliás, quase nada.
Meu parecer é nulo, pois – a meu ver – não pode haver condenação sem prova. E nenhuma prova foi comprovada, pode ser que se faça comprovação, mas isso fica mais adiante no tempo.
Caso é que poderia perder linhas e linhas falando sobre a mídia brasileira, sua hipocrisia, e seu ato condenatório – como fizeram no caso Nardoni. E, ainda, aproveitar da mesma oportunidade pra falar da influência da mídia nas eleições.
Mas tudo isto é fato conhecido [“sabido e consabido”]; então não vou perder meu tempo, e gastar o de vocês, com o óbvio.
Nota: que fique claro que não creio que nos dois casos – ou em algum deles – eu acredite na inocência, mas tão pouco acredito na culpa; porém, - não me levem a mal – também não sou indiferente quanto aos fatos. Defendo, apenas, uma correta visão do Direito, onde não se pode condenar sem provas; pra isso temos o Tribunal do Júri, que – por força de mídia – condenou o segundo caso, e há de condenar o primeiro, se isso não se fizer por justiça comum.
In Dubio Pro Bar
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Código Florestal
“A comissão especial do Código Florestal aprovou nesta terça-feira (6) o polêmico substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) que modifica a legislação ambiental. Por 13 votos a favor e cinco contrários, a proposta foi acatada pela comissão e segue agora para apreciação no plenário da Câmara, antes de ser votada no Senado. (...)” texto completo em http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_publicacao=33551&cod_canal=1
Como podem ver, deixando de lado o quórum, faltam duas câmaras/casas para aprovar ou barrar este substitutivo. Eu não sou – nunca fui, mas ultimamente tenho me tornado um pouco – fã de ambientalistas, ou do famigerado Direito Ambiental; por tanto, quero deixar claro que não estou aqui por ideologia falando isto, ou apologia que seja.
Achei de fato um absurdo este substitutivo, e tomei conhecimento há muito pouco tempo, o que me fez escrever, inclusive, este post. A situação da mata nacional, tanto em relação à sua preservação e devastação quanto em face dos ruralistas, é demasiadamente crítica.
Embora a situação já seja gritante, os que defendem o projeto não se importam em piorar; pretende o projeto anistiar os que cometeram crimes ambientais até meados de 2008, cortar pela metade o limite de preservação à margem de rios e plantar em terras de várzeas.
Não sendo isso o bastante, o substitutivo prevê, ainda, que as áreas de atividades agropecuárias sejam reconhecidas, mesmo que adquiridas ilegalmente. Um completo absurdo! Seria um novo Uti Possidetis em plena terra do “samba, futebol, carnaval, Ronaldinho”… algo, sinceramente, o espírito Tupiniquim tem que falar mais alto em nossos legisladores, para que isso não prossiga; e em nós também, para que, se prosseguir, consigamos desfazê-lo.
Tudo isso mostra um gigantesco retrocesso em uma pequena evolução que tivemos na esfera ambiental deste país. Quando estamos nos acertando na área mais importante ao ser humano, conseguimos dar saltos para trás, pensando em um suposto desenvolvimento. Seria melhor que constasse no substitutivo que nós não necessitássemos de oxigênio e água, ou que ao invés de serem as plantas, os animais são que, agora, fazem fotossíntese.
Peço pensamentos positivos de todos – e até a oração dos que são religiosos, por que não – para que isso não prossiga. Isso não pode ser um Código, deve, sim, ser um crime.
In Dubio Pro Bar
Como podem ver, deixando de lado o quórum, faltam duas câmaras/casas para aprovar ou barrar este substitutivo. Eu não sou – nunca fui, mas ultimamente tenho me tornado um pouco – fã de ambientalistas, ou do famigerado Direito Ambiental; por tanto, quero deixar claro que não estou aqui por ideologia falando isto, ou apologia que seja.
Achei de fato um absurdo este substitutivo, e tomei conhecimento há muito pouco tempo, o que me fez escrever, inclusive, este post. A situação da mata nacional, tanto em relação à sua preservação e devastação quanto em face dos ruralistas, é demasiadamente crítica.
Embora a situação já seja gritante, os que defendem o projeto não se importam em piorar; pretende o projeto anistiar os que cometeram crimes ambientais até meados de 2008, cortar pela metade o limite de preservação à margem de rios e plantar em terras de várzeas.
Não sendo isso o bastante, o substitutivo prevê, ainda, que as áreas de atividades agropecuárias sejam reconhecidas, mesmo que adquiridas ilegalmente. Um completo absurdo! Seria um novo Uti Possidetis em plena terra do “samba, futebol, carnaval, Ronaldinho”… algo, sinceramente, o espírito Tupiniquim tem que falar mais alto em nossos legisladores, para que isso não prossiga; e em nós também, para que, se prosseguir, consigamos desfazê-lo.
Tudo isso mostra um gigantesco retrocesso em uma pequena evolução que tivemos na esfera ambiental deste país. Quando estamos nos acertando na área mais importante ao ser humano, conseguimos dar saltos para trás, pensando em um suposto desenvolvimento. Seria melhor que constasse no substitutivo que nós não necessitássemos de oxigênio e água, ou que ao invés de serem as plantas, os animais são que, agora, fazem fotossíntese.
Peço pensamentos positivos de todos – e até a oração dos que são religiosos, por que não – para que isso não prossiga. Isso não pode ser um Código, deve, sim, ser um crime.
In Dubio Pro Bar
terça-feira, 6 de julho de 2010
Eunomia
Nota: para os mais desprovidos de inteligência ou conhecimento, eunomia significa igualdade de direitos; sinônimo: isonomia.
Belo fato,
Que, presente na sociedade teórica e ideal,
Inexiste na sociedade real,
Mas uma coisa é certa,
Isso vem de casa!
Não, não lhe falo de educação familiar,
Mas de família,
Pois quem nos ensina a desrespeitar a tão almejada Eunomia
São nossos pais,
Que nos furtam este valor, como mestres,
Quando nos dizem que fazem por que são pais.
In Dubio Pro Bar
Belo fato,
Que, presente na sociedade teórica e ideal,
Inexiste na sociedade real,
Mas uma coisa é certa,
Isso vem de casa!
Não, não lhe falo de educação familiar,
Mas de família,
Pois quem nos ensina a desrespeitar a tão almejada Eunomia
São nossos pais,
Que nos furtam este valor, como mestres,
Quando nos dizem que fazem por que são pais.
In Dubio Pro Bar
segunda-feira, 5 de julho de 2010
PRONUNCIAMENTO OFICIAL
Do blog “In Dúbio Pro Leo (Ribeiro)”, ou seja, de mim mesmo sobre a desclassificação do Brasil na Copa do Mundo de Futebol 2010 FIFA.
Já tinha sido bem enfático sobre arranjarmos coisas para fazer após a Copa, e, francamente, o fim da Copa chegou ao fatídico dia de 02/07/2010. Não foi só meu primeiro dia das não-merecidas férias, mas, também, foi o dia da eliminação do Brasil na Copa, dia em que – pelo menos pra mim – a Copa acabou.
Embora tivéssemos a tão rival Argentina sendo eliminada logo após o Brasil – país dos patriotas da bola –, a tristeza não foi diminuída com esse pouco de alegria. Tá bem! Foi sim, mas não passou completamente, vou odiar a Holanda até a Copa de 2014 – quando as holandesas vierem para cá… digo, quando pudermos deixar o caneco em casa.
Lembro quão frustrado fiquei na última Copa, e digo, sinceramente, que não só fiquei tranquilo após a eliminação do Brasil, como torci pela França até o – ser – Trezeguet balear a trave. Não tomo isto como ato vergonhoso, se tomasse não estaria aqui admitindo, revelaria em falso que chorei como Salomão chorou ao ver seu amado Brasil sofrer empate da Holanda, pelo adversário Felipe Melo.
Mas há divergência grande entre as duas Copas (e, dessa vez, sem piadas ridículas como “o lugar”, e etc.), o time da Copa passada não merecia nem de longe ganhar nada, era um time acabado de pronto, finalizado de princípio. O time dessa Copa me fez chorar duas vezes num mesmo jogo, quando eu vi o grandioso Robson abrir o marcador (não-impedido) contra a Holanda, a jogada foi linda, e o adversário era de se respeitar e, até, invejar. A segunda vez foi ao apito do árbitro, selando o segundo tempo, o jogo e a participação do Brasil na Copa de 2010.
Não dava/deu/dá pra acreditar que uma seleção merecedora de todos os títulos, que jogava tão bem, estava sendo derrotada. Foi uma pancada enorme, vi um time gigantesco, maior que qualquer adversário – atual, que fique claro –, roer, e o time rachou de fato, por peça própria.
O time jogou unido, coeso, forte, sem igualdade (para muito melhor); isso tudo até o segundo tempo. Onde reinou um pesadelo, e sempre há um bode espiatório (como foi Roberto Carlos, como é Felipe Melo). E bode de hoje dá chifradas com as travas das chuteiras, vai pra cima, bate. Não é isso que a maioria quer na seleção, talvez tenha sido isso a nos desclassificar, mas um jogo de futebol sempre tem seus momentos truncados.
De qualquer forma, seja como for, não importa a maneira que tenha acontecido… vamos continuar torcendo pelo time brasileiro, e pelo futebol, limpo, honesto, arte, truncado, do jeito que for. Isto quem gostar é claro, quem não gosta continue desgostando, não se é mais ou menos brasileiro pelo gosto ao maior esporte da nação. Quem assim pensar é mais um patriota da bola, isto é, patriotismo aparente de 4 em 4 anos, e pena que não é pela eleição – que está por vir.
Escolham um time, ou nem escolham, acompanhem a Copa, porque futebol de alto nível dos dois lados vai demorar pra acontecer com tanta frequência.
In Dubio Pro Bar
Já tinha sido bem enfático sobre arranjarmos coisas para fazer após a Copa, e, francamente, o fim da Copa chegou ao fatídico dia de 02/07/2010. Não foi só meu primeiro dia das não-merecidas férias, mas, também, foi o dia da eliminação do Brasil na Copa, dia em que – pelo menos pra mim – a Copa acabou.
Embora tivéssemos a tão rival Argentina sendo eliminada logo após o Brasil – país dos patriotas da bola –, a tristeza não foi diminuída com esse pouco de alegria. Tá bem! Foi sim, mas não passou completamente, vou odiar a Holanda até a Copa de 2014 – quando as holandesas vierem para cá… digo, quando pudermos deixar o caneco em casa.
Lembro quão frustrado fiquei na última Copa, e digo, sinceramente, que não só fiquei tranquilo após a eliminação do Brasil, como torci pela França até o – ser – Trezeguet balear a trave. Não tomo isto como ato vergonhoso, se tomasse não estaria aqui admitindo, revelaria em falso que chorei como Salomão chorou ao ver seu amado Brasil sofrer empate da Holanda, pelo adversário Felipe Melo.
Mas há divergência grande entre as duas Copas (e, dessa vez, sem piadas ridículas como “o lugar”, e etc.), o time da Copa passada não merecia nem de longe ganhar nada, era um time acabado de pronto, finalizado de princípio. O time dessa Copa me fez chorar duas vezes num mesmo jogo, quando eu vi o grandioso Robson abrir o marcador (não-impedido) contra a Holanda, a jogada foi linda, e o adversário era de se respeitar e, até, invejar. A segunda vez foi ao apito do árbitro, selando o segundo tempo, o jogo e a participação do Brasil na Copa de 2010.
Não dava/deu/dá pra acreditar que uma seleção merecedora de todos os títulos, que jogava tão bem, estava sendo derrotada. Foi uma pancada enorme, vi um time gigantesco, maior que qualquer adversário – atual, que fique claro –, roer, e o time rachou de fato, por peça própria.
O time jogou unido, coeso, forte, sem igualdade (para muito melhor); isso tudo até o segundo tempo. Onde reinou um pesadelo, e sempre há um bode espiatório (como foi Roberto Carlos, como é Felipe Melo). E bode de hoje dá chifradas com as travas das chuteiras, vai pra cima, bate. Não é isso que a maioria quer na seleção, talvez tenha sido isso a nos desclassificar, mas um jogo de futebol sempre tem seus momentos truncados.
De qualquer forma, seja como for, não importa a maneira que tenha acontecido… vamos continuar torcendo pelo time brasileiro, e pelo futebol, limpo, honesto, arte, truncado, do jeito que for. Isto quem gostar é claro, quem não gosta continue desgostando, não se é mais ou menos brasileiro pelo gosto ao maior esporte da nação. Quem assim pensar é mais um patriota da bola, isto é, patriotismo aparente de 4 em 4 anos, e pena que não é pela eleição – que está por vir.
Escolham um time, ou nem escolham, acompanhem a Copa, porque futebol de alto nível dos dois lados vai demorar pra acontecer com tanta frequência.
In Dubio Pro Bar
domingo, 4 de julho de 2010
Day by Day, Talk by talk (Jogo de Sedução)
(From Mindfacturing Belt)
- Quer aproveitar este instante?
- E é só esse instante?
- Sim, pois tudo que tenho é o agora; e o depois tem nuvens à frente, às quais não quero desembaçar
- Quer aproveitar este instante?
- E é só esse instante?
- Sim, pois tudo que tenho é o agora; e o depois tem nuvens à frente, às quais não quero desembaçar
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Celebridade
Eu, particularmente, não gosto de celebridades, e muito menos do mundo [mundinho ínfimo e] ridículo delas. Se você gosta, meus pêsames, e rogo pela tua alma e corpo, pois tua mente já foi faz tempo.
Não me importa saber que sei lá quem beijou, saiu, ou dormiu com sei lá outro quem. Quem tomou banho de sol sem a parte de cima do biquíni. Quem saiu de um motel para uma delegacia com três travestis. Entre outros fatos.
É, às vezes [como o caso supracitado dos travestis], engraçado comentar, a fim de piada, nada mais. Mas o que se excede é fofoca, o que me irrita; intrigar-me-ia não fosse o caso que há mais pessoas que se importam realmente com isso do que as que não dão a mínima. O que, realmente, intriga-me é o fato de pessoas consumirem esse tipo de mídia; ora, a pessoa não tem vida própria, por isso consome a vida de outrem?
Que fique claro que não critico a fama – musa tão almejada; critico, sim, as celebridades. Ou seja, nem sempre quem é famoso é uma celebridade; ou melhor, nem sempre quem é famoso é apenas uma celebridade. Neste caso, ser celebridade é último plano, não pano de fundo, pois este se mostra mais do que o que nele se assenta. Penso que para um famoso ser uma celebridade seja consequência meramente insignificante, e se assim não é, fez-se a fama pelo motivo errado, ou deu-se maior consequência secundária que primária.
Um trabalho bem feito e um reconhecimento por este seriam a consequência primária; sendo a secundária, fotos com manchetes extravagantes [ou ridículas], em revistas e sítios eletrônicos de baixo [ou nenhum] nível. Mostre-me uma celebridade e eu te direi “não, este é um ator”, “não, este é um pintor”, “não, este é um dançarino”, “não, este é um apresentador”, “não, este é um atleta”, “não, este é um cantor”, “não, este é um jornalista”, ou até “não, este é um humorista”.
Não é dada credibilidade intelectual para algo como “celebridade” apenas, o reconhecimento vem pelo esforço aplicado a certa atividade. Se esta atividade não foi feita para dar sustento e / ou prazer, e, sim, foi feita para garantir fama de pronto, aí está o erro. E, provavelmente, nunca virá o sucesso, a fama e o celebritismo [nlg], almejado.
Busquem fazer o que gostam, ou façam o necessário para sobreviver. Se fizerem bem, um dia serão reconhecidos, aliás, se não forem reconhecidos, também, pouco importa; façam bem, e importem-se em seguir bem a vida, o sucesso não vem para todos que se esforçaram, mas não vem para nenhum que poupou esforço.
Saibam, ainda sim, diferenciar [os meninos dos homens, asuhasuh, desculpem-me, não agüentei] fama de celebritismo, famosos de celebridades, artistas de celebridades, etc.
*[nlg] - Neologismo
In Dubio Pro Bar
Não me importa saber que sei lá quem beijou, saiu, ou dormiu com sei lá outro quem. Quem tomou banho de sol sem a parte de cima do biquíni. Quem saiu de um motel para uma delegacia com três travestis. Entre outros fatos.
É, às vezes [como o caso supracitado dos travestis], engraçado comentar, a fim de piada, nada mais. Mas o que se excede é fofoca, o que me irrita; intrigar-me-ia não fosse o caso que há mais pessoas que se importam realmente com isso do que as que não dão a mínima. O que, realmente, intriga-me é o fato de pessoas consumirem esse tipo de mídia; ora, a pessoa não tem vida própria, por isso consome a vida de outrem?
Que fique claro que não critico a fama – musa tão almejada; critico, sim, as celebridades. Ou seja, nem sempre quem é famoso é uma celebridade; ou melhor, nem sempre quem é famoso é apenas uma celebridade. Neste caso, ser celebridade é último plano, não pano de fundo, pois este se mostra mais do que o que nele se assenta. Penso que para um famoso ser uma celebridade seja consequência meramente insignificante, e se assim não é, fez-se a fama pelo motivo errado, ou deu-se maior consequência secundária que primária.
Um trabalho bem feito e um reconhecimento por este seriam a consequência primária; sendo a secundária, fotos com manchetes extravagantes [ou ridículas], em revistas e sítios eletrônicos de baixo [ou nenhum] nível. Mostre-me uma celebridade e eu te direi “não, este é um ator”, “não, este é um pintor”, “não, este é um dançarino”, “não, este é um apresentador”, “não, este é um atleta”, “não, este é um cantor”, “não, este é um jornalista”, ou até “não, este é um humorista”.
Não é dada credibilidade intelectual para algo como “celebridade” apenas, o reconhecimento vem pelo esforço aplicado a certa atividade. Se esta atividade não foi feita para dar sustento e / ou prazer, e, sim, foi feita para garantir fama de pronto, aí está o erro. E, provavelmente, nunca virá o sucesso, a fama e o celebritismo [nlg], almejado.
Busquem fazer o que gostam, ou façam o necessário para sobreviver. Se fizerem bem, um dia serão reconhecidos, aliás, se não forem reconhecidos, também, pouco importa; façam bem, e importem-se em seguir bem a vida, o sucesso não vem para todos que se esforçaram, mas não vem para nenhum que poupou esforço.
Saibam, ainda sim, diferenciar [os meninos dos homens, asuhasuh, desculpem-me, não agüentei] fama de celebritismo, famosos de celebridades, artistas de celebridades, etc.
*[nlg] - Neologismo
In Dubio Pro Bar
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Geração Y
Nota: Peço desculpas aos leitores deste blog, com afazeres acumulados, sono acumulado e Copa do Mundo, não arranjei muito tempo para aqui escrever. De qualquer forma, vou tentar mantê-los com atualizações do site, e sempre com temas recentes com uma pitada de ironia e revolta colocada pela minha pessoa. Abraços e beijos devidos, aos que não devo, não aceitem.
Fala-se [não muito, mas se fala] sobre uma Geração Y, que abrangeria os nascidos na década de 80 [ou meados de 70] até os nascidos em meados da década de 90. Pois bem, encaixo-me nesta tal geração, logo sobre ela vou falar um pouco. Não, este não é O motivo da fala, mas o que achei sobre este assunto sim, aí está o motivo.
Em uma rápida pesquisa achei um artigo (no Wikipédia, como sempre) dizendo que a Geração Y, doravante NÓS, cresceu superestimulada pelos pais, estimulando-se a prática de exercícios e esporte, mimada com presentes e carinho excessivo. Isto, entretanto, não pode ser verdade, pois há, nestes milhões de pessoas, alguns que não tiveram esse suprimento afetivo, e foram tratados como os pais deles foram tratados, senão pior.
Vá, há que se generalizar alguns fatos, então que prossigamos com a análise da baixaria de erros [equívocos, enganos ou, pelo menos, mal entendidos] que é o texto fonte. Diz, também, o texto que nós não nos sujeitamos a tarefas subalternas e baixos salários desde o primeiro emprego; ora, não vejo mal nisso, se nos é dada informação para termos bons cargos e se a ambição visa um bom futuro é muito digno que assim se pense. Frustrações a parte, prossigamos.
Fala-se, ainda, que nós somos alvo de novos serviços e novas tecnologias; claro, se não fossemos nós, quem consumiria nova tecnologia, nossos avós? Sem preconceito com os mais idosos, é claro, estes também podem usar destas novas tecnologias, mas não por muito tempo [qrmm]. É dito que buscamos inovações… espera! Esta característica não é nossa [é por herança, mas não por particularidade]; faz parte do ser humano esta característica, arrisco dizer que – se não fosse ela – nem em cavernas estaríamos.
Com mais uma generalização veio mais um erro; consta no texto que nós buscamos mais atividades em um aparelho de telefonia móvel [celular] que simples ligações. Mas poxa vida, se são possíveis e realizáveis diversas tarefas, por que não realizá-las? Fala-se, também, que nós visamos preservação ambiental; é claro que o gênio que escreveu nunca ouviu um “eu quero progresso e não mato” ou um “contanto que eu tenha dinheiro e emprego, as árvores que se lasquem”; tirando a parte do trocadilho, quem nunca conheceu um jovem entre 15 e 30 anos que pouco pensa no ambiente e quer mais enriquecer?
Falando em enriquecer, tratou-se sobre isso, também, no texto. Que coisa, foi dito que queremos enriquecimento; e, pra finalizar, eu me [e vos] pergunto, quem não quer?
In Dubio Pro Bar
Fala-se [não muito, mas se fala] sobre uma Geração Y, que abrangeria os nascidos na década de 80 [ou meados de 70] até os nascidos em meados da década de 90. Pois bem, encaixo-me nesta tal geração, logo sobre ela vou falar um pouco. Não, este não é O motivo da fala, mas o que achei sobre este assunto sim, aí está o motivo.
Em uma rápida pesquisa achei um artigo (no Wikipédia, como sempre) dizendo que a Geração Y, doravante NÓS, cresceu superestimulada pelos pais, estimulando-se a prática de exercícios e esporte, mimada com presentes e carinho excessivo. Isto, entretanto, não pode ser verdade, pois há, nestes milhões de pessoas, alguns que não tiveram esse suprimento afetivo, e foram tratados como os pais deles foram tratados, senão pior.
Vá, há que se generalizar alguns fatos, então que prossigamos com a análise da baixaria de erros [equívocos, enganos ou, pelo menos, mal entendidos] que é o texto fonte. Diz, também, o texto que nós não nos sujeitamos a tarefas subalternas e baixos salários desde o primeiro emprego; ora, não vejo mal nisso, se nos é dada informação para termos bons cargos e se a ambição visa um bom futuro é muito digno que assim se pense. Frustrações a parte, prossigamos.
Fala-se, ainda, que nós somos alvo de novos serviços e novas tecnologias; claro, se não fossemos nós, quem consumiria nova tecnologia, nossos avós? Sem preconceito com os mais idosos, é claro, estes também podem usar destas novas tecnologias, mas não por muito tempo [qrmm]. É dito que buscamos inovações… espera! Esta característica não é nossa [é por herança, mas não por particularidade]; faz parte do ser humano esta característica, arrisco dizer que – se não fosse ela – nem em cavernas estaríamos.
Com mais uma generalização veio mais um erro; consta no texto que nós buscamos mais atividades em um aparelho de telefonia móvel [celular] que simples ligações. Mas poxa vida, se são possíveis e realizáveis diversas tarefas, por que não realizá-las? Fala-se, também, que nós visamos preservação ambiental; é claro que o gênio que escreveu nunca ouviu um “eu quero progresso e não mato” ou um “contanto que eu tenha dinheiro e emprego, as árvores que se lasquem”; tirando a parte do trocadilho, quem nunca conheceu um jovem entre 15 e 30 anos que pouco pensa no ambiente e quer mais enriquecer?
Falando em enriquecer, tratou-se sobre isso, também, no texto. Que coisa, foi dito que queremos enriquecimento; e, pra finalizar, eu me [e vos] pergunto, quem não quer?
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