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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Horóscopo / Signos

Sim, eu vou largar, por esta vez, assuntos sérios e tratar de [algo menos sério, mais ridículo, porém pessoal] um problema da sociedade.
Está certo, não é um problema, é uma dificuldade.

Eu particularmente não acredito em horóscopo, e não muito em signo; respeito quem acredita neste, mas acreditar em horóscopo é cegueira cumulada com burrice.

Não é possível crer que há apenas doze diferentes tipos de pessoas, e crer que seja por causa de um arranjo dos astros do momento em que você nasceu ou nasceria – se prematuro – que você vá mudar de alguma forma. E a principal defesa para haver mais diferenças é sempre “mas existem os [signo x] que escondem seu lado verdadeiro”, pura baboseira.

Acreditar nisso seria crer que se uma pessoa é rica ou bem sucedida, todas as pessoas do mesmo signo deveriam ser. Por que pode haver vagabundos e magnatas de mesmo signo? Gênios e idiotas?

Também, não há destino nisto, e Deus não influi ou castiga alguém por “outra vida” [verídica ou não], e nem decide quem vai nascer na família tal ou tal, pra ser mais ou menos rico, não há destino, é a vida; Deus deu o livre arbítrio, já sabia onde nasceria e deixa você fazer o que quiser com a sua vida [está certo, já apliquei a moral cristã de hoje].

Pior que isto é acreditar em horóscopo; cheque todas as revistas e jornais que publicam tais fatos, quando houver pelo menos UM dos doze signos com o mesmo “destino do dia” você pode acreditar que aquilo é verdade. Porém, pense que haverá, apenas, DOZE diferentes tipos de dia… seguindo o mesmo raciocínio, não é possível; haverá um cruzamento de pessoas do mesmo signo, em que algo resolvido ou ocorrido será sorte para um e azar para o outro.

Creio que, se tratado como uma ciência séria, a Astrologia pode ser considerada em alguns pontos, e pode até ser que haja verdade. Contudo, essa massividade de inverdades, ilusões e falsos destinos apenas mancham essa ponta de verdade desta, talvez, ciência.

In Dubio Pro Bar

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Avião de Maconha, Cerveja Escocesa e Sylvester Stallone

Nota prévia: Faz um tempo que não posto nada, mas não é por displicência, a falta de tempo talvez até fosse motivo, mas não é o caso; uma grande amiga minha disse que não tinha tempo para ver meu blog todo dia, e quando ela ia ver já tinha umas duas ou três postagens, então vou começar a postar com grandes intervalos.

Na segunda-feira desta semana, 22, um avião de pequeno porte deixou cair sobre algumas casas uns pacotes. Os moradores, ao checarem seus telhados, notaram que se tratava de maconha. Quatro pacotes foram entregues a polícia, que achou o aeroplano abandonado.

Certo, quatro pacotes foram devolvidos, mas, quantos foram achados?

Sei que se fosse no Brasil não seria devolvido um sequer; pois mesmo quem não faz uso recolheria pra vender...
Tá aí o link, postado pelo Felipe Andreoli (@andreolifelipe) em seu Twitter:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/770254-aviao-faz-chover-maconha-sobre-area-rural-no-texas-eua.shtml

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Como postado pela minha querida amiga @GegeAmorim, um excelente link sobre cerveja: http://br.noticias.yahoo.com/s/22072010/48/entretenimento-escoceses-lancam-cerveja-forte-mundo.html

Bom, pra resumir, os escoceses criaram uma cerveja com teor alcoólico de 55%…

Sim, tem mais do que o absinto amarelo (50%, o verde tem 70%); e foi produzido em dois tipos de garrafas, cada um [bem] mais de mil reais; segundo os fabricantes é para ser consumido demoradamente, como whisky, pelo teor alcoólico.

Claro que alguns amigos meus quebram essa teoria, pois o whisky deles não é consumido ao longo de anos, e sim de horas, minutos, mas que seja. Pra que uma cerveja mais forte? Poderiam criar uma bebida gostosa – está bem, sou estranho e não gosto de cerveja – mais forte…

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Sylvester Stallone cospe no prato que come; ele gravou seu mais novo filme aqui no Brasil ano passado, filme que estará este ano em cartaz, “Os Mercenários”, pelo teaser e pelo trailer parece ser bom.

Fato é que, ao dar entrevista em San Diego sobre o filme, Stallone fez e insistiu em diversas ‘piadas’ sem graça mal afamando o Brasil.

http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1608502-9798,00-APOS+FILMAR+NO+RIO+STALLONE+FAZ+PIADINHAS+DE+PESSIMO+GOSTO+SOBRE+O+BRASIL.html

Voilà!!

Claro, não bastou fazer os clichês de piadas com ‘macacos’ e ‘violência’; se bem que ele gravou no Rio, faz sentido certa violência. Porém, ele teve a pachorra de confundir o BOPE com a polícia comum, uma força especial, que só estava lá para fazer a segurança deles; criticar algum lugar que visitou, tudo bem; criticar alguém que te deu proteção, como diz @FelipeNeto, você tem probleminha!

Mais um post revoltado, não consigo me conter! Sorry!


In Dubio Pro Bar

domingo, 18 de julho de 2010

RESTART NO GUITAR HERO

Sim, parece fantástico, mas é verdade!

Vocês poderão notar na figura abaixo, nunca pensei que esse dia chegaria. Mas como tem coisa que a gente se assusta, e não sabe como faz sucesso. Tudo, então, pode acontecer.



Ok, tá certo, foi meio [MUITO] idiota o que eu fiz.

Mas, afinal de contas, eles também não são?

Bom, não vou perder muito tempo falando de bandas coloridas; nem sequer do dilema infanto-juvenil atual, “assistir à Malhação ou Teletubbies?”, ora, a escolha é difícil, a primeira tem o Fiuk, na segunda, porém, eles são coloridos!

Eu realmente acho que o botão [e / ou ação] certa para estas bandas seria o QUIT; quem sabe apertando RESTART eles não aprendem, né?

Post de fato à noite, será bom, garanto-vos.

In Dubio Pro Bar

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Visões

Muito estranhas que tive esta semana.

Não é costume deste blog falar sobre o cotidiano do autor, como muitos outros blogs aí presentes.

Esta semana foi, deveras, muito estranha, eu raramente vejo coisas esquisitas, ou fora da ordem normal das coisas – exceto quando me olho no espelho. Porém, esta semana já vi duas coisas a mim estranhas:

Terça, indo ao Mackenzie, vi um cara ser preso na Santa Cecília (depois me perguntam por que não gosto deste caminho), na verdade ele estava sendo preso, um policial o enforcava enquanto ele tentava fugir, e uma policial chamava alguém pelo rádio. A parte mais emocionante foi quando o meliante bateu sequencialmente no braço do policial com a palma das mãos – o que me lembrou de pronto o meu tempo de judô, excelente estrangulamento do policial. Ah, sim, voltando à parte mais emocionante… o policial falou, expressamente, “Não vou te soltar não, não quis ser malandro? Agora vai desmaiar”
Pena que não pude ver o fim desta história.

A segunda é muito menos emocionante, já aviso para que pare de ler se procura outra emoção. Foi hoje, quarta-feira, vi um mini pitboy, não que estivesse com um pitbull. Um garoto de uns 13 anos, talvez menos. Ele levava um cachorro que facilmente escaparia; não imagino como um pai pode deixar uma criança levar um cachorro grande pra passear, sendo que no fim das contas o cachorro pode levar a criança pra passear muito mais facilmente.

Sim, isso tudo são inutilidades, desculpe o tempo perdido.

In Dubio Pro Bar